
"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."José Saramago






"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."José Saramago





Música de Chico Buarque, parte da famosa peça Calabar. Com as devidas desculpas e resguardadas as devidas proporções, considero, segundo a minha leitura, a imagem do tal arrebatamento. O senhor do universo, entre tantos cumpridores das normas por eles presumidas, são preteridos em detrimento daquela que estava no meio do povo, sem preconceitos, sem elitismos. Dá-se, não apenas o corpo, entrega um pouco de sí a todos. Já que anunciaram o fim do mundo pra hoje, não morro sem dar minha impressão de como ele deveria ser. E Tenho Dito!!!
Reproduzo artigo de Marcelo coelho publicado na Folha de São Paulo e reproduzido no http://www.vermelho.org.br
17 de junho, sexta-feira
19 horas Palestra de abertura: “Os Desafios da Comunicação na Atualidade”
– Paulo Bernardo (Ministro das Comunicações)
21 horas Festa de confraternização
18 de junho, sábado
9 horas Debate: “A Urgência do Marco Regulatório das Comunicações”
– Fábio Konder Comparato (Jurista, autor da ação na justiça pela regulação da mídia)
– Luiza Erundina (Deputada federal e coordenadora Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular)
– Venício A. de Lima (professor da UnB, autor do recém-lançado “Regulação das Comunicações”)
14 horas Mesas autogestionadas
– Propostas já apresentadas: “Os Partidos e a Luta pela Democratização da Mídia”, “As Mulheres na Blogosfera”, “O Sindicalismo na Era Digital”, “A Luta pela Liberdade na Rede”, “Arte e Humor na Blogosfera” e “O Papel das Lan Houses”
18 horas Palestra: “O Papel da Internet nas Revoltas no Mundo Árabe”
– Almed Bahgat (Blogueiro egípcio)
19 de junho, domingo
9 horas Reunião em grupo
– Troca de experiências, balanço do último período e plano de ação da blogosfera
14 horas Plenária final
– Aprovação do documento do 2º Encontro, plano de ação e organização e eleição da nova comissão nacional organizadora
Ela era uma menina, não ela não era mais menina,mas se sentia menina ante a tudo e a todos que via.
Revia o tempo onde a menina vivia
Hoje ser menina era charme,
e isso ela achava que não mais conhecia
Reviu o tempo, as gentes, o primeiro beijo.
Mas era apenas a mulher quem revia,
A menina não mais vivia.
De repente ela se viu sozinha, sentiu-se abandonada.
Tinha medo do escuro e da noite fria.
E eis quem surge: A menina renascia.
Os medos, as dúvidas, toda a fantasia
Quedou-se em prantos na sala vazia
Não de gente, mas de gente da gente.
Estava perdida e a menina ressurgia
Vinha buscá-la, a ajudaria.
A noite passou e ela sabia que de mãos dadas com a menina pra casa ela voltaria
Essa mulher não se esquece de nada,
Essa menina não tem medo de nada.
No fim quem é mais forte?
A menina caminha na corda bamba, a mulher tem sempre os pés no chão
Quisera poder ser a menina sempre que der
E ser a mulher sempre que tiver razão
Quando a mulher diz: – Ser feliz não é pra mim...
A menina retruca e, num salto, grita: - Ué, por que não???


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